Action Hiken, volume 05

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R$15,00

Frete Grátis! 

 

166 páginas

Preto e Branco

Miolo: Papel Offset 90g

Capa: Papel Cartão Plastificado

Brochura, costurado e colado

Descrição

Antologia de mangás nacionais publicada originalmente online. Novas edições todo mês!

 

Mês
Março/2016

Capa
Two-Sided [Jazi Almeida]

Séries
1 – Two-Sided #01.1 – Jazi Almeida – ESTRÉIA
2 – O Som da Coragem #05 – Eddy e Doryack – HIATO
3 – Age of Guardian #04 – Ingrid Oliveira
4 – Varinha das Almas #04 – Kleverson Lacerda – CANCELADO
5 – Gulag (One-Shot) – Marcos Turatti
6 – Zurachi (One-Shot) – Paulo Alberto

1 avaliação para Action Hiken, volume 05

  1. Avaliação 5 de 5

    Caliel Alves

    Revista Action Hiken ed. #5 – TOC do mês de março 2016

    Mais que mangá, poesia épica

    Capa [Two Sided, Estreia]
    Two Sided – Cap. 01 – [Estreia] – por Jazi Almeida
    O Som da Coragem – Cap. 05 [Final da Parte 1] – arte por Eddy, roteiro Wolf Doryack
    Age of Guardian – Cap.04 – por Ingrid Oliveira
    Varinhas Almas – Cap.04 – por Kleverson Lacerda
    Gulag – [one-shot] – por Marcos Turatti
    Zurachi – [one-shot] – por Paulo Alberto

    Depois de lançar um pífio one-shot, o autor com nome de garota se redime com Two Sided. Um dos títulos mais legais da antologia. O traço melhorou bastante, embora o Jazi Almeida deva melhorar a proporção dos personagens logo, bem como a torção e melhorar a perspectiva de alguns quadros. Tirando isso, o caracter designer dele é muito bom, uso de retículas excelente, além de uma boa colorização. A história segue os passos de Yui Masaki (o autor brinca com a questão de seu nome através do personagem), o carismático espadachim em treinamento parte para a cidade de Kanetsura, lugar onde almeja se tornar um herói. Nesse primeiro capítulo nenhum conflito efetivo acontece, mas instiga a leitura através dos personagens e do plot. O protagonista conduz bem a história. O autor tem uma fixação por astrologia, fazendo questão de mostrar os signos de cada uma das personagens!
    Para tristeza de todos os leitores da RAH, O Som da Coragem tem o seu primeiro arco finalizado. O que é chamado de 1° Soneto mostra a companhia de heróis gozando de um pouco de sossego depois de uma dramática missão. Acho que nunca disse isso, mas o personagem que eu mais gosto é o Paladino, ao lado do cavaleiro e do Bardo Elfo. A dupla de autores bastante criativa trouxe um dos melhores capítulos da antologia, cheio de ação, reviravoltas, misterioso de fato, mas mesmo assim revelador. Depois disso a história entrou em um hiato, mas segue sendo um sucesso de vendas.
    Age of Guardian continua a surpreender com o melhor ritmo de narrativa da revista, só recomendo a autora a fazer uma revisão ortográfica, pois um erro aqui e ali é perdoável, mas erros simples e contumazes no português enrijecem a leitura de qualquer um. Hana e Yato vão até o Clã Hinowashi para debater uma onda de assassinatos. O clima colegial da história vai sendo desfocado para a fantasia urbana. O traço continua limpo e bonito, mas acho que o modo como foi escaneado ou o papel em que foi desenhado deixou o desenho com uma arte final pouco agradável. Nada que estrague a leitura.
    Varinha das Almas do Kleverson Lacerda traz um belo capítulo da luta entre Lafayette e Cobra, utilizando-se de um lapso de estratego, Lafayette consegue um bom resultado e outra luta dá início. Interessante notar que nesse torneio o protagonista se utilizou apenas dos seus atributos físicos, não usando bruxaria nem uma vez na luta. Fico imaginando as possibilidades do autor com esse personagem. O Rafael só assiste com tom de empatia, embora eu goste muito de espadachins em shonen, esse personagem deixa um gosto ruim a boca. Não sei como ele se portaria em outras condições ao lado do bruxo.
    Marcos Turatti mais uma vez entrega uma ótima história com seu Gulag. O personagem título é mais um dos seus personagens esquentados e canastrão. Misturando ficção científica diatópica e ação sobrenatural, Gulag é o típico personagem que faz piadas com a 4º dimensão e derrota bandidos com visual cyberpunk com um único soco. Esse autor ainda vai longe com seus mangás de humor e traço singular. O autor precisa aprender urgentemente a usar acento agudo nas palavras.
    O Paulo Alberto tem um talento neto para o gag mangá. Zurachi pode ser lido tanto como uma homenagem quanto uma crítica ao nosso estilo de vida e as produções japonesas focando em conflitos morais maniqueístas. A história contada com acidez humorística, nos faz pensar realmente em qual a utilidade de proteger a Terra e porque alienígenas viriam aqui.

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