Action Hiken, volume 06

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R$15,00

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146 páginas

Preto e Branco e Colorido

Capa: Papel Cartão Plastificado

Brochura, costurado e colado

Descrição

Antologia de mangás nacionais publicada originalmente online. Novas edições todo mês

 

Mês
Abril/2016

Capa
Age of Guardian [Ingrid Oliveira]

Séries
1 – Age of Guardian #05 – Ingrid Oliveira
2 – Two-Sided #01.2 – Jazi Almeida
3 – Gehenna #01 – Fábio Gesse – ESTRÉIA
4 – Esker (One-Shot) – Jayson Santos
5 – Dex – The Gamer (One-Shot) – João Eddie

Informação adicional

Tipo de Papel:

Papel Branco, Papel Amarelado

1 avaliação para Action Hiken, volume 06

  1. Avaliação 3 de 5

    Caliel Alves

    Revista Action Hiken ed. #6 – TOC do mês de março 2016

    Um TOC magro

    Capa [Two Sided]
    Age of Guardian – Cap.05 – por Ingrid Oliveira
    Two Sided – Cap. 01.2 – por Jazi Almeida
    Gehenna – [Minissérie] – Cap.01 – por Fábio Gesse
    Esker – [one-shot] – por Jayson Santos
    Dex: The Gamer – [one-shot] – por João Eddie

    Esse capítulo foi tenso, a Lucy provocou o Kai legal. O traço continua bom, mas a artefinalização não. Isso só demonstra o cansaço e dificuldade de um mangaká independente brasileiro manter uma serialização mensal, que só é compensada com o vigor da juventude. O desenho parece ter sido entregue às pressas para a publicação, nada que tenha comprometido a leitura. Mesmo assim é necessário para o autor estudar o melhor período de publicação, pois desenhar e roteirizar leva mais tempo quando feito por um só. Antes que os pseudocríticos façam juízos de valores desarrazoados motivados por ódio ou ausência de talento artístico e intelectual (E EU ODEIO HATERS!), é mais importante para o autor de uma série garantir a regularidade da sua publicação. Muitos artistas no mundo do mangá não tem traços excepcionais como o ONE ou garantem capítulos sempre artefinalizados como o Tabata Yuki (por falta de experiência com um título semanal) ou o Yoshihiro Togashi (esse por preguiça mesmo), mas todos eles tentam manter uma regularidade nas suas publicações, isso fideliza o público, lógico que entendemos que o mangaká é um ser humano, mas encontrar uma periodização adequada para a publicação do título é crucial, por exemplo, histórias como Age of Guardian e Two Sided deveriam ser bimestrais, fazendo com que os autores apresentem o melhor de suas respectivas obras. A autora deve fazer uma melhor revisão no texto.
    Destaque negativo desse capítulo são os erros de português grosseiros, recomendo aos autores da revista a comprar um dicionário Houaiss. O desenho continua bom, mas se o autor não resolver sua pendência com proporção e anatomia ele descera logo-logo ao mediano. Yui e Anna, depois de um tour pelos arredores de Kanetsura, voltam à cidade e descobrem um prisioneiro prestes a ser executado em praça pública. Yui parece conhecer o prisioneiro Mamoru. O capítulo deixou um ótimo gancho a ser resolvido no próximo capítulo. Eu já antipatizei com o Nobu, não confie em personagens sem sobrancelhas! O Jazi Almeida usa termos equivalentes para a mesma categoria de pessoa: samurai e espadachim, quando não samurais espadachins. Esse último, deixa a escrita redundante e o conceito pouco eficaz, pois o espadachim é uma nomenclatura genérica para qualquer guerreiro munido de espada, já o samurai não, é uma classe a parte, vamos ver como o autor irá resolver isso nas próximas edições.
    Varinha das Almas entrou num hiato, sentiremos saudades do carismático Lafayette e do… nem sei como definir o Rafael.
    Gehenna é um ótimo gag mangá do Fábio Gesse. A história do Otávio se confunde com a de qualquer nerd, um cara que vive a favor unicamente do futuro, sem aproveitar nadica de nada do seu presente, não saí, não namora e nem se diverti. É uma crítica mordaz e bem intencionada ao nosso próprio estilo de vida otaku. Ao longo do tempo nossas necessidades se confundem com o que desejamos e acabam por monopolizar nossa vida. E senão tomarmos cuidado nos tornamos almas de cabeças flutuantes.
    Esker é mais um one-shot do Jayson Santos. Esse mangaká é fera e produtivo. Esse conto policial em quadrinhos não mostra o patamar em que o artista se encontra atualmente. A história é pesada e com um final dramático e melancólico. Mas, acredito eu que ela deveria ter sido escrita em mais páginas.
    Dex: The Gamer é um mangá one-shot do João Eddie, autor da ação sobrenatural Tanosekai, a revista erroneamente disse que ele ganhou o BMA, sabemos que não. Ele participou, claro, mas não ganhou o concurso, não sendo publicado na antologia Henshin. O mangá se concentra no jovem Dex, um gamer que deseja mais do que nunca ser um cyberatleta. Um jogador chamado Phantom, que tem fama de ser invencível em qualquer jogo ou plataforma. O Dex é um protagonista daqueles que esbanjam confiança e paixão no que fazem (a discussão dele com a professora é hilária), é o tipo de protagonista que você gostaria de ter como melhor amigo. Entenda também caro leitor ou leitora, que gamer é quem pratica o hobby de jogar vídeo games, o cyberatleta é alguém que vive profissionalmente dos jogos. Nas cenas de batalha dentro do game o autor poderia intercalar comentários dos jogadores para deixar a luta menos visual, já que os avatares dos games não falam, só agem. Leia e se divirta.

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