Action Hiken, volume 12

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R$15,00

Frete Grátis! 

 

160 páginas

Preto e Branco

Miolo: Papel Offset 90g

Capa: Papel Cartão Plastificado

Brochura, costurado e colado

Descrição

Antologia de mangás nacionais publicada originalmente online. Novas edições todo mês!

Mês
Setembro/2016

Capa
Talento FC [Lucas Gesse]

Séries
1 – Talento FC #01 – Lucas Gesse – ESTRÉIA
2 – Parrotman #07 – Pablo Dias
3 – Two-Sided #06 – Jazi Almeida
4 – Sing #03 – Paulo Alberto
5 – MegaGun Power! (One-Shot) – Eddy Fernandes
6 – Chako Contra o Universo #01 – Felipe Henrique – ESTRÉIA

1 avaliação para Action Hiken, volume 12

  1. Avaliação 5 de 5

    Caliel Alves

    Revista Action Hiken ed. #12 – TOC do mês de outubro 2016

    Feliz aniversário, pra mim? Sim, sim

    Capa [Protagonistas da RAH, capa comemorativa de aniversário de 1 ano]
    Hooligan – Cap.01 – [Estreia] – Jayson Santos
    Talento FC – Cap.02 – por Lucas Gesse
    Sing – Cap.04 – Paulo Alberto
    Age of Guardian – Cap.09 – Ingrid Oliveira
    Two Sided – Cap.07 – Jazi Almeida
    Chako Contra o Universo – Cap.02 – [Minissérie] – Felipe Henrique

    Hooligan foi uma das maiores conquistas de RAH. Jayson santos é competente, muito profissional e tem um estilo de desenho muito bom. Hooligan aos poucos se tornou um pilar da revista. Esse mangá é um pós-apocalipse, não uma distopia. Qual a diferença? Como escritor de ficção científica eu vou lhe explicar. A distopia é uma utopia ao contrário, ao invés de uma ficção que mostra o lado altruísta e positivo da sociedade, sua evolução, ela manifesta justamente o lado feroz da sociedade através de um estado totalitário onde qualquer tipo de individualidade é tratado como subversão, ninguém tem autonomia pra nada e o governo age como um “Superleviatã”. O pós-apocalipse, como o mangá Hooligan, mostra justamente a extinção do Estado, ou seja, a ausência de qualquer instituição reguladora das relações jurídicas-cíveis, não existe lei, ou melhor, impera a lei do mais forte, as sociedades são bárbaras e há anarquia total. Nesse mangá nós temos três protagonistas, Riot (protagonista arruaceiro), Rest (o meu preferido) e Sasha (bonita, porém, masculinizada), ritmo frenético e vilões bem elaborado além de situações agonizantes, como num survival game.
    Não sei se é porque eu não gosto de futebol (futebol comércio, não o são esporte), ou por a história do Takezo não me empolgar, fico tentando entender esse primeiro lugar, Hooligan não tem essa posição por ser estreante. O brasileiro deve gostar muito de futebol. Mas como as posições na revista não definem o cancelamento imediato, sendo bastante flutuantes, é interessante notar como esse tipo de mangá tem bastante apelo. Nesse capítulo os exageros futebolísticos começam e são bem ruins na minha opinião.
    Sing traz mais um dos seus psicodélicos capítulos, é muito complicado entender qual o critério de criação de vilões do autor, mas posso afirmar que são hilários. O Samuka com certeza deve ser alguém que o autor fez pegadinha, com certeza não foi uma homenagem. A maneira como ele é derrotado valeu o fim desse capítulo, dinâmico como só o autor sabe fazer. Azoka é muito xarope e nojenta.
    Com uma deslumbrante capa colorida, a Ingrid nos presenteia com um capítulo cheio de sentimentalismo perturbador. Hana é convocada a uma perigosa missão. Kai e Lucy continuam com sua briguinha. O Clã Hinowashi tem muito o que explicar.
    Yui medita para juntar Reiki e Jimmy só observa os traumas da memória do amigo. Anna continua em sua luta contra a garota da Tribo Shi. A jovem de Kanetsura não parece párea para sua oponente que a cerca com um círculo de fogo. O fim da luta é dramático para a princesa guerreira. Os personagens falam “espíritos de Reiki” ao conjurar seus poderes, então obviamente, o Reiki tanto está contido no indivíduo como na natureza ou entes sobrenaturais.
    O mangá do Felipe Henrique continua com seu humor non sense e diálogos metafísicos profundos. Chako foi convocado por Deus para lutar num duelo de vida ou morte do planeta Terra. É muita pressão para um protagonista só. Gosto como os autores da RAH brincam com os clichês dos mangás.

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